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segunda-feira, 30 de julho de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
As cinco pessoas que você encontra no céu, de Mitch Albom
Eddie era um jovem que cresceu em meio a guerras, trabalho
árduo e uma educação rígida. No dia em que completa 83 anos, ele sofre um
acidente no parque de diversões onde trabalhou a vida inteira. Quando ele se dá
por si, tudo o que ele sente é que passou uma vida sem propósito, sem rumo....E
o que se sucede é uma revisitação de sua vida por 5 pessoas, umas que ele
conhece, outras que ele não tinha a menor idéia de quem eram, mas cujas vidas
estavam de alguma forma ligadas à dele. Cada uma dessas pessoas revê com Eddie
uma passagem de sua vida, resolvendo antigos mistérios, dissolvendo antigas
mágoas, revivendo antigos amores. A cada experiência fica mais claro a grande
importância de Eddie na vida de milhares de pessoas sem que ele se desse conta,
provando que cada vida está ligada a outra de formas que muitas vezes não
entendemos.
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sábado, 28 de julho de 2012
Hepatite: doença discreta e perigosa

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstram que a
hepatite é uma doença perigosa porque avança, muitas vezes, de forma
silenciosa.
São cinco os tipos:
Hepatite A: É do
tipo não viral. Pode ser transmitida com a ingestão de alimentos e água
contaminados. Normalmente, o tratamento por medicamentos tem curta duração e as
chances de cura atingem 99% dos casos. Aproximadamente 1,4 milhão de novos
casos são registrados todos os anos, segundo a OMS.
Hepatite B: É
transmitida pelo contato sexual, transfusão de sangue, via placento-fetal,
compartilhamento de agulhas e seringas e estima-se que 2 bilhões de pessoas
estejam infectadas com esta forma do vírus. O quadro clínico pode evoluir e se
tornar crônico. O vírus da hepatite B é de 50 a 100 vezes mais infeccioso que o
HIV. Utilizada desde 1982, a vacina contra a Hepatite B é um tratamento com 95%
de efetividade.
Hepatite C: Do
tipo viral, a hepatite C pode ser adquirida por meio de transfusão de sangue,
mas muitas de suas causas ainda são desconhecidas. O tratamento é feito com
medicamentos. Esse tipo da doença pode evoluir e desencadear câncer no fígado.
Embora seja assintomática em 80% dos casos, febre, fadiga, perda do apetite,
náusea, vômito, dores abdominais, urina escura, fezes de cor acinzentada, dor
nas articulações e icterícia (amarelamento da pele e do branco dos olhos) são
sintomas comumente apresentados.
Hepatite D:
Manifesta-se em pessoas portadoras da hepatite B. Além disso, o paciente tem
maiores chances de desenvolver a forma aguda da doença e precisar de
transplante de fígado.
Hepatite E: Muito
parecido com o quadro clínico da hepatite A, é do tipo não crônico e se
manifesta, principalmente, em países em desenvolvimento com saneamento básico
precário, por conta da contaminação da água e de alimentos. Raramente esse tipo
de hepatite é transmitido diretamente de uma pessoa para a outra.
Sintomas mais comuns:
Pele amarelada (icterícia); Febre; Enjoos; Urina escura; Fezes claras.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Pira Olímpica - Londres 2012
Cai o número de mortes em decorrência da AIDS
Cada vez menos pessoas infectadas com o vírus HIV estão morrendo,
revelou relatório do Programa de Aids das Nações Unidas (Unaids) divulgado
ontem. O número de novas infecções também está diminuindo. A redução
significativa do número de mortes e novos casos da doença nos últimos anos está
diretamente relacionada ao maior acesso a drogas cruciais, principalmente na
África Subsaariana.
As Nações Unidas estimam que cerca de 34 milhões de pessoas
vivem hoje com o vírus da Aids em todo o mundo. O relatório mostra também que,
no ano passado, 1,7 milhões de pessoas morreram por conta da doença. O número
revela uma queda consistente do número de óbitos, que era de 1,8 milhões em
2010 e 2,3 milhões em 2005, o maior já registrado. O registro de novas
infecções também vem caindo: de 2,6 milhões em 2010 para 2,5 milhões em 2011.
A quantidade de crianças contaminadas diminuiu
significativamente. Foram 330 mil menores de 15 anos infectados em 2011 em todo
o mundo, uma queda de 24% quando comparado com 2009. O relatório destaca que a
quantidade de infecções em crianças em 2003 — no auge da epidemia — foi de 570
mil.
O declínio ocorre porque cada vez mais pessoas têm acesso
aos remédios do coquetel anti-Aids. De acordo com o Unaids, 8 milhões de
pessoas em países pobres e em desenvolvimento estão recebendo os
antirretrovirais — 1,4 milhão a mais do que no ano anterior — e, a meta, é que
esse número chegue a 15 milhões até 2015.
"O maior acesso ao tratamento antiretroviral vem
ajudando a reduzir novas infecções por HIV. Os efeitos positivos do tratamento ao
suprimir a carga viral em pessoas vivendo com HIV estão ajudando a interromper
a transmissão do HIV. As mudanças comportamentais, combinadas com o curso
natural da epidemia e o aumento no acesso ao tratamento antirretroviral,
resultaram num declínio contínuo nas novas infecções por HIV", diz o
Unaids em nota distribuída à imprensa.
Segundo o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites
Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco, há no Brasil 350 mil pessoas com
Aids. Além delas calcula-se em 250 mil a quantidade de infectados com HIV que
desconhecem ter o vírus. Greco disse ainda que em 2011, em torno de 12 mil
pessoas morreram em decorrência da Aids no Brasil, e que a cada ano, até 30 mil
são infectadas.
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